
10 de agosto
Os dois times vão iniciar os trabalhos para a Copa Santa Catarina no mesmo dia.
Com mais saídas do que chegadas de jogadores.
Bases mantidas - pelo menos 50%.
De 24 a 25 atletas - até então eram mais de 30.
Elencos mais enxutos.
Regulamento
Afinal, a competição é de tiro curto.
30 de agosto a 29 de novembro.
Turno único.
Oito jogos - máximo de 12 para quem chegar na decisão.
Todos inicialmente marcados para domingo, às 15h, conforme a tabela.
Logo, se a iluminação do Sesi ficar pronta, em tese, não vai ser usada.
A não ser que algum clube queira jogar às 19h ou 20h, por exemplo.
Clássico na 4ª rodada.
20 de setembro.
Mando do BEC.
Social
É o que basicamente todo mundo já sabe - hoje em dia tem torcedor que conversa diretamente com dirigente.
Já que oficialmente tudo será revelado na reapresentação.
Alguma coisa pode ser publicada antes.
Nesse ínterim, com rescisões de contratos e contatos, vagamos por uma zona de incertezas e conjecturas.
Ariel
Embora se descubra alguma coisa, por acaso, a partir de uma conversa informal, como ocorreu nesta sexta-feira (31).
Por opção da diretoria, o goleiro foi dispensado.
Tecnicamente falando, fiquei surpreso.
Alguma coisa a mais deve ter acontecido - só pode.
Saberemos em breve.
Álvaro
O meio campista também foi desligado.
Fez mais bons jogos do que ruins.
Mas, oscilou demais.
Pode ter pesado na decisão - ou não.
Staff
O Blumenau terminou o campeonato com 13 integrantes do departamento de Futebol.
A conta sobrou para o gerente Felipe Roberto - antes mesmo da Série B acabar.
Calos Correa teve dois auxiliares (Silvio Rossi e Edson Borges).
Por sua vez, o Metropolitano contou com 10 profissionais, entre eles um auxiliar administrativo, responsável por documentação e logística de viagens.
Gian Rodrigues teve um assistente (Dino Camargo, substituto de Everson Aguiar, que voltou para Caxias do Sul RS).
Aprendizados
Mesmo com o decepcionante 4º lugar, produto de várias oscilações e tropeços (especialmente em casa), Carlos Correa continua firme, com moral, com aval da SAF.
O ex-volante precisa sepultar de vez qualquer crítica sobre sua performance à beira do gramado (fora de campo também).
No dia a dia não há espaço para estrelismos ou chiliques.
Na bola, na vida, há quem se perca como água na areia.
Delivery
Não dá para eximir de culpa alguns atletas, que visivelmente tentaram jogar o técnico contra a torcida - até prova em contrário, a relação nunca foi harmoniosa.
Com atuações letárgicas na reta final.
E consequentemente, a eliminação.
Metropolitano
Perguntei para Vinícius Kiss, executivo de Futebol, se Gian Rodrigues permaneceria - não respondeu.
Mesmo com a segunda colocação, seria importante a sua manutenção, até pela a continuidade do projeto.
Construir um time do zero, começar a tatear e imprimir sua digital, é extremamente difícil.
Ainda mais quando você substitui um colega há cerca de 20 dias antes da estreia - Alan Dotti foi anunciado dia 16 de março e demitido dia 4 de abril.
Ao contrário do rival, Gian não recebeu nenhuma espinha dorsal - todos os mais de 30 jogadores contratados vieram de fora.
Convicções
O técnico pode ter insistido com um ou outro titular (que se acomodou ao longo do tempo), mas sua contribuição na campanha foi grande.
Acertou muito mais do que errou.
Sua última entrevista depois da vitória contra o Fluminense me intrigou.
Estava chateado por não ter alcançado o objetivo, óbvio, todavia, parecia falar em tom de despedida.
Wellisson
O camisa 9 tem propostas para sair - outros jogadores também despertaram interesse.
"Ele tem contrato com o clube e não há nada oficial ainda. Tem jogadores com acertos mais longos e que estão confirmados. Mais detalhes vamos informar na semana que vem."
A fala suscinta é do CEO Daniel Carboni.
Rodrigo Gaya
O volante chamou a atenção de clubes - da mesma forma que outros atletas.
Especula-se que Gaya vai embora, o que é natural pela qualidade que tem.
Contudo isso só vá acontecer se o negócio for bom para os dois lados.
No concorrente, idem.
Correções
A expectativa é para que os dirigentes tenham radiografado os focos de descontentamento, as animosidades internas e quem naturalmente não rendeu - e que não adianta insistir porque não vai mudar.
Que errem o menos possível nas contratações.
Até porque no futebol (em qualquer área) todo profissional incompetente custa caro.

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