
Jardel
A frase do título desta publicação é atribuída ao ex-atacante do Vasco e do Grêmio - ele nega a autoria da pérola.
Apesar da ironia e do clichê, serve para ilustrar alguns aspectos do tão ansiado duelo local.
Como não ter favorito - independentemente da posição de cada um na tabela.
Equilíbrio e imprevisibilidade.
Momento
A expectativa para o confronto deste sábado (19), às 17h, no Sesi, poderia ser bem maior.
Não é por conta do desempenho atual dos times e a natural desmotivação dos torcedores.
Blumenau e Metropolitano estão devendo.
Não estão vencendo e muito menos convencendo.
Metrô
Cassius Hartmann teve cerca de duas semanas para treinar e construir uma equipe mais equilibrada.
Em todos os aspectos.
Técnico, tático, físico e mental.
BEC
Equilíbrio que Carlos Correa não consegue encontrar.
Contra o Barra, sacou seis jogadores.
Para tentar, imagino, criar um fato novo e também mexer com os “acomodados e intocáveis”.
Só que não deu certo.
O empate só veio porque entraram no decorrer do jogo Jaú, Josué e Wellisson (pretendido pelo Brasil de Pelotas).
Tropeço
Teve atleta que comemorou o ponto em Itajaí.
Só que empatar com a gurizada do Barra (apenas quatro jogadores acima de 20 anos) foi péssimo para quem deseja se classificar para as semifinais.
Regulamento
Nunca é demais lembrar que Blumenau e Metropolitano (os times de pior campanha) não podem ficar atrás do Marcílio Dias.
Que já tem seis pontos como mostra a classificação.
A não ser que um deles faça a final com o Marinheiro, que já tem vaga garantida na Série D.
Final
De qualquer forma é jogo decisivo.
Pois já estamos na 4ª rodada.
O Metropolitano já folgou.
O Blumenau folga na 6ª rodada.
Quem vencer fica vivo, confiante e com condições de alcançar o primeiro objetivo.
Quem perder praticamente aniquila as suas chances e ainda aumenta a cobrança interna (ou a crise).
Ingredientes que podem, no fim, tornar o clássico interessante.

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