
A Justiça condenou 11 réus pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, fraude em licitações e peculato em uma ação proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A decisão é resultado da Operação Seival, que investigou um esquema de desvio de recursos públicos e direcionamento de contratos na Prefeitura e na Câmara de Vereadores de Laguna entre 2016 e 2018.
Segundo o MPSC, o grupo era formado por agentes públicos, empresários e profissionais técnicos que atuavam no direcionamento de licitações, pagamento de propinas e favorecimento de empresas em contratos públicos. A investigação foi iniciada em 2017 e contou com documentos, interceptações telefônicas, depoimentos e acordos de colaboração premiada.
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As penas variam de pouco mais de dois anos a 17 anos, seis meses e 23 dias de prisão. A maior condenação foi aplicada a um ex-vereador e ex-secretário municipal, condenado por organização criminosa, corrupção ativa e passiva e peculato. A Justiça também determinou que três ex-vereadores fiquem proibidos de exercer cargos públicos por oito anos após o cumprimento das penas.
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