
A Polícia Civil de Santa Catarina descartou o envolvimento de um dos adolescentes inicialmente apontados como suspeitos na investigação da morte do cão Orelha, em Florianópolis. Após a análise de cerca de mil horas de imagens e o depoimento de 20 testemunhas, o menor deixou de ser investigado e passou a ser tratado como testemunha no inquérito.
Segundo a polícia, o adolescente não aparece em nenhuma das imagens analisadas e não há registros que comprovem a presença dele na Praia Brava, onde o animal foi atacado. A família também apresentou provas que indicam que ele não estava no local no momento das agressões.
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As investigações seguem em andamento e apontam que outros três adolescentes teriam participado do espancamento que resultou na morte do cão. Por se tratar de menores de idade, as informações pessoais dos envolvidos são mantidas sob sigilo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Orelha sofreu agressões severas e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser submetido à eutanásia. No mesmo contexto, a polícia apura ainda uma tentativa de afogamento contra outro cachorro da região, conhecido como Caramelo, que conseguiu escapar.
O caso é investigado pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital.
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