
Em instantes, às 15h começa a cerimônia de abertura.
A delegação brasileira conta com 280 integrantes.
Entre eles, a paranaense de Candói, radicada em Blumenau, Suzana Nahirnei, que inclusive irá desfilar na famosa avenida Champs-Élysées.

A atleta de 30 anos viajou para a Europa dia 18.
Foi direto para a cidade de Troyes, na região metropolitana da capital francesa, para treinar e buscar aclimatação.
A prova de Suzana (arremesso de peso) está marcada para a próxima quarta-feira (4), às 7h, horário de Brasília - 13h na França.
Ela possui o melhor índice do Brasil e o terceiro no mundo.

Entre os atletas, que têm entre 16 e 64 anos, 255 são esportistas com deficiência.
O restante do time é formado por 19 atletas-guia (18 do atletismo e 1 do triatlo), três calheiros da bocha, dois goleiros do futebol de cegos e um timoneiro do remo.
Distribuídos em 20 das 22 modalidades do programa dos jogos.
O Brasil não conseguiu vaga apenas no basquete em cadeira de rodas e no rúgbi em cadeira de rodas.
A melhor campanha brasileira foi em Tóquio 2021, com a 7ª posição no quadro geral, com 72 medalhas, sendo 22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes.
Em Paris, o objetivo ousado do Comitê Paralímpico do Brasil é terminar a competição pela primeira vez no top 5.
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