
Na manhã desta quinta-feira (30), a prefeitura de Florianópolis afirmou que vai auditar os contratos investigados na Operação Presságio. A operação chegou à segunda fase nessa quarta-feira (29), e indicou que a “Cidade do Samba”, estrutura localizada nos fundos do CentroSul, era palco do suposto esquema de corrupção investigado.
A posição do governo municipal veio por meio de nota. “A Prefeitura de Florianópolis informou que segue acompanhando as investigações e que vai auditar, através da sua corregedoria, qualquer indício de ilegalidade dentro dos processos internos”, disse.
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A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu nesta quarta-feira (29) quatro suspeitos no âmbito da segunda fase da Operação Presságio, que apura contratos supostamente fraudulentos na Prefeitura de Florianópolis.
As investigações tiveram início a partir da apuração de um suposto esquema de corrupção na coleta de lixo em Florianópolis, que envolvia a contratação ilegal de uma empresa terceirizada para realizar o serviço.
Conforme apurado, a companhia Amazon Fort, de Porto Velho, em Rondônia, teria sido acionada para atuar durante uma greve da Comcap, mas teria permanecido prestando serviço por dois anos, sem licitação.
O que despertou a desconfiança sobre a existência de fraude foi um suposto crime ambiental no município. De acordo com as investigações, havia despejo de resíduos em um terreno municipal próximo à Passarela Nego Quirido, no Centro da cidade.
Via ND+, parceira do Portal Alexandre José.
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