
Quem passou pela Praia Central de Balneário Camboriú na manhã desta segunda-feira (23) encontrou equipes distribuindo orientações sobre um problema comum nas áreas urbanas: a alimentação de pombos. A iniciativa foi promovida pela Vigilância Sanitária, por meio do Centro de Controle de Pragas Urbanas (CCPU).
Durante a ação, moradores, turistas e comerciantes receberam informações sobre os impactos de alimentar as aves, prática que contribui para o aumento da população de pombos na cidade. Além do trabalho educativo, o município conta com legislação específica que proíbe esse tipo de conduta.
Em vigor desde outubro de 2025, a Lei nº 5.122 prevê advertência e multa de R$ 431,54, valor correspondente a uma Unidade Fiscal Municipal (UFM), para quem descumprir a norma. Em caso de reincidência, a penalidade pode ser dobrada.
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De acordo com o diretor do CCPU, Germano Campos da Silva Neto, as medidas adotadas nos últimos meses já apresentam resultados visíveis. Segundo ele, a combinação entre fiscalização e campanhas educativas tem contribuído para a redução do número de pombos na região central. A orientação também é reforçada junto aos turistas, que muitas vezes desconhecem a legislação local.
Além da questão urbana, a presença excessiva de pombos representa risco à saúde pública. As fezes das aves podem transmitir doenças como criptococose, histoplasmose, ornitose e salmonelose. Parasitas presentes nos ninhos também podem provocar alergias e problemas de pele.
A orientação das equipes é simples: não alimentar os pombos e evitar deixar restos de comida expostos são atitudes que ajudam a controlar a população das aves e a preservar a saúde coletiva.
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