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Apreensão global

O momento é de apreensão. Como irá reagir o governo do Irã diante da ofensiva norte-americana?

24/06/2025 às 08h41 Atualizada em 24/06/2025 às 20h10
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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É de absoluta preocupação o conflituoso cenário internacional. Neste final de semana, tivemos os ataques aéreos dos EUA contra instalações nucleares iranianas. O momento é de apreensão. Como irá reagir o governo do Irã diante da ofensiva norte-americana?

A solução — e alternativa mais radicalizada — seria a interrupção do comércio regional do petróleo através do estratégico Estreito de Ormuz, que alimenta em torno de 20% do consumo de petróleo no mundo.

Uma vez adotando essa postura, o governo iraniano — extremista, absolutista, radical — poderia levar o planeta a uma situação de superinflação na maioria dos países, até porque o preço do petróleo teria tudo para explodir, podendo chegar até a casa dos 70%. É um contexto gravíssimo.

Berreiro

A esquerda tupiniquim, óbvio, saiu a gritar que o presidente Donald Trump não devia ter adotado a postura que adotou.
Não. Ele agiu muito bem. Vamos abstrair a figura de Trump — aliás, em torno da qual o articulista não alimenta maiores admirações.

Bem x mal

O que se enfrenta hoje é um conflito entre o bem e o mal, muito claramente.
Ora, o Irã constitui-se numa república islâmica-teocrática, graças à revolução patrocinada e comandada pelo Aiatolá Khomeini, em 1979.

Fanatismo

Hoje, o Aiatolá Khamenei é alguém fora de todo juízo perfeito.
É alguém fora do controle, tendo em vista seu comportamento sectário.

Brutais

Ora, eles oprimem a sociedade iraniana, que não tem liberdade, que não tem nada — nem acesso à internet.
Opressão essa que leva a mulheres serem enforcadas se tirarem o véu — e daí por diante.

Motivação

É por isso que os Estados Unidos atacaram? Não. Atacaram porque, há mais de 40 anos, o Irã vem negociando uma solução pacífica para a questão nuclear, uma solução diplomática — e nunca avança, sempre alegando que o enriquecimento do urânio é para fins pacíficos.

Explicação

Mas por que, então, não permite uma visita de uma comitiva internacional, como acontece em vários países?
Chegou o momento de se adotar uma providência.

Potência

E foi isso que fez o único país com força bélica capaz de dar um basta: os Estados Unidos.
Entraram para reforçar a ofensiva de Israel e, com isso, afastar a ameaça de uma ofensiva nuclear do Irã, que poderia provocar consequências imprevisíveis aos cinco continentes.

Vergonhoso

Essa é a grande realidade. E o que acompanhamos neste momento, para fechar o raciocínio, é o governo brasileiro, através do Itamaraty, emitindo uma nota condenando veementemente os ataques americanos, alegando que a energia nuclear do Irã é para fins pacíficos.

Mais o que fazer?

Um país onde bandidos são premiados, soltos, e têm a lei e o governo a seu favor — e no qual o cidadão trabalhador e empreendedor vive atrás das grades, inseguro, com medo, e assaltado inclusive oficialmente com uma carga tributária inaceitável — querer se meter numa guerra dessas é piada de péssimo gosto.

Ah, tá

Ora, cara-pálida, nem a velhinha de Taubaté acredita numa conversa dessas. E, mais uma vez, o Brasil na contramão da história, se perfilando a um governo autoritário. Aliás, o governo Lula tem uma predileção toda especial por ditaduras.
Basta ver sua sintonia com países como China, Cuba, Venezuela, Irã e até mesmo Rússia, a quem respalda no ataque invasor (sem motivação) e na guerra deflagrada contra a Ucrânia. Definitivamente, é o fim da linha do governo Lula da Silva.

**As opiniões expressas neste conteúdo são de responsabilidade exclusiva do colunista e não refletem, necessariamente, a posição editorial do AJ Notícias.

 
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Prisco Paraíso
Sobre o blog/coluna
Com mais de quatro décadas de experiência no jornalismo político, Prisco já passou pelos principais veículos de comunicação de Santa Catarina. Atuou como repórter, colunista e comentarista em rádio, TV e jornais. Hoje, assina sua coluna também no AJ Notícias com análises precisas e bastidores da política catarinense.
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