
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de quarta-feira (5), a segunda fase da Operação Cryptoscam, que investiga um grupo de hackers com base em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, suspeito de envolvimento em furtos de criptomoedas e fraudes bancárias praticadas no Brasil e no exterior.
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Nesta etapa da operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: dois em Balneário Camboriú e um em Itapema, cidades vizinhas. Os alvos foram suspeitos de auxiliar os investigados na ocultação e lavagem de bens obtidos com o lucro das ações criminosas.
Além das buscas, a Justiça Federal determinou o bloqueio de bens de sete pessoas físicas e duas empresas, por decisão da 1ª Vara Federal de Joinville.
A operação
A primeira fase da Cryptoscam ocorreu em maio, quando os principais integrantes do grupo foram indiciados por organização criminosa, furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal informou que as investigações continuam, com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a análise patrimonial dos suspeitos.
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