
Gelvani Haskel, irmão de Gilson Haskel, o homem que matou a ex-companheira, Edinéia Telles, e os dois filhos, de 2 e 4 anos, em Presidente Getúlio, no Alto Vale do Itajaí, foi condenado pela Justiça.
De acordo com os advogados de defesa, Rodolfo Warmeling, Letícia Bilk e Kamila Knaul, Gelvani era acusado de ocultar os corpos das vítimas, fraude processual, porte e posse ilegal de arma de fogo e também de esconder o crime das autoridades.
A defesa alegou que Gelvani teria ajudado no crime sob "coação e ameaças de morte feitas pelo irmão". Ele foi condenado a seis anos, oito meses e dez dias de prisão, em regime inicial fechado e um ano de detenção. A defesa ainda vai recorrer da sentença.
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Uma mãe e os dois filhos, que estavam desaparecidos, foram encontrados carbonizados dentro de um carro em Presidente Getúlio, no Alto Vale, em agosto de 2024. O ex-companheiro da vítima, Gilson Haskel, confessou ter atirado nos três. A separação havia motivado o crime.
Em novembro do ano passado, Gilson foi encontrado morto no presídio. Ele cometeu suicídio dentro de sua cela na Unidade de Segurança Máxima em São Cristóvão do Sul.
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