
Gaspar, no Vale do Itajaí, está intensificando as orientações à população sobre o controle e eliminação do caramujo-africano, espécie invasora que pode causar danos a hortas, jardins e alimentos.
A Vigilância Epidemiológica alerta que a responsabilidade pela erradicação do molusco é dos próprios moradores, que devem adotar medidas preventivas para evitar sua proliferação.
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De acordo com a Nota Técnica nº 30/2022 do Ministério da Saúde, a recomendação é que os moradores realizem a coleta contínua dos caramujos, seguido de eliminação e descarte adequado. O manuseio deve ser feito com o uso de luvas ou sacolas plásticas para evitar contato direto. Para eliminar os caramujos, pode-se aplicar cal virgem sobre eles e, em seguida, enterrá-los de forma adequada.
Além disso, a Secretaria de Saúde orienta sobre a higiene do ambiente doméstico. Manter os terrenos limpos e livres de resíduos, restos de alimentos e entulhos é essencial, já que o caramujo-africano é atraído por locais úmidos e sombreados. Para quem possui hortas, a recomendação é higienizar bem os vegetais e deixá-los de molho em uma solução de água e água sanitária antes do consumo.
O combate ao caramujo-africano é fundamental não apenas para proteger a produção agrícola, mas também para evitar riscos à saúde, já que o molusco pode transmitir doenças.
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