
Um acordo de cooperação técnica entre o Procon SC e a Polícia Civil resultou, na manhã desta quinta-feira (26), em uma operação para apreender pulseiras "bate enrola" em todo o estado. Os Procons municipais e o Imetro-SC estão apoiando essa ação, que visa proteger as crianças, evitando possíveis ferimentos causados pelo produto de metal cortante revestido de plástico.
A iniciativa foi motivada por uma denúncia de uma influenciadora de Florianópolis, após o filho dela se ferir na boca com uma dessas pulseiras. Além do risco à saúde infantil, os produtos não apresentam as informações obrigatórias, como CNPJ, fabricante e cuidados de uso no rótulo.
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A operação resultará na apreensão das pulseiras bate enrola comercializadas em Santa Catarina. Os itens apreendidos serão retidos, e os fornecedores terão um prazo de 30 dias para adequar as informações na embalagem. Após a regularização, os comerciantes poderão retomar a venda. Caso insistam em comercializar as pulseiras sem as especificações exigidas, o Procon SC poderá emitir um auto de infração.
O Procon estadual é responsável por atender os 180 municípios catarinenses sem Procon municipal. Nestes municípios, foi a Polícia Civil a responsável pela operação de apreensão dos objetos.
No ano de 2011, um menino de três anos teve perda total da visão do olho esquerdo devido à pulseira, no Paraná.
As pulseiras bate enrola fizeram grande sucesso com o público infantil nos anos 80 e 90 e, embora em menor escala, continuam a ser comercializados ainda atualmente.
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