
Com a chegada do verão o SAMU alerta para os cuidados com afogamentos em piscinas. De acordo com Orlando Linhares, enfermeiro da Gerência de Educação em Urgência do SAMU e membro da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), 55% das mortes na faixa de 1 a 9 anos ocorrem em piscinas e residências, enquanto crianças acima de 10 anos e adultos enfrentam maiores riscos em águas naturais, como rios, represas e praias.
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Quando o SAMU é acionado em casos de afogamento infantil, a agilidade é fundamental. Por isso, é importante que os pais forneçam informações claras ao ligar pedindo ajuda, como, a localização exata do incidente, a idade da criança e qualquer detalhe sobre a duração do afogamento. Assim a equipe consegue se preparar de forma adequada.
Evitar deixar as crianças sozinhas perto de piscinas, lagos, mares e rios é uma das primeiras estratégias de prevenção. Outro ponto importante é ter conhecimento de urgência e de saber como agir rapidamente. Instalar cercas seguras ao redor de piscinas para bloquear o acesso direto também é um fator a ser considerado, além disso, usar ralos com tampa anti-sucção de cabelos nas piscinas deixa o ambiente mais seguro.
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