
Uma mulher transexual acusada de mandar matar a rival, Mônica Ribeiro, de 36 anos, por conta de desavenças em disputa por pontos de prostituição em Blumenau, em maio do ano passado, foi condenada pelo Tribunal do Júri em sessão que aconteceu nesta quinta-feira (31).
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A denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) foi acolhida pelos jurados e a ré foi condenada ao cumprimento de 18 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio qualificado.
A acusada foi denunciada por encomendar a morte da vítima, que foi atingida por disparos de arma de fogo em um ponto de ônibus da cidade, em frente a várias testemunhas. O crime foi cometido por um corréu, autor de nove disparos, que está foragido e que, por esse motivo, teve o processo suspenso.
A ré, que teve o direito de recorrer em liberdade negado à época dos fatos e novamente agora, segue presa preventivamente.

Relembre o caso
Mônica Ribeiro, de 36 anos, foi executada a tiros em um ponto de ônibus localizado na Rua Engenheiro Udo Deeke, no bairro Salto do Norte, por volta das 22h45 do dia 19 de maio deste ano.
Conforme testemunhas, o criminoso chegou ao local em uma moto e atirou diversas vezes contra a vítima, que morreu na hora. O suspeito fugiu do local logo depois do crime. Policiais militares fizeram buscas pela região, mas o criminoso não foi localizado.
A investigação apontou que a morte foi motivada por disputa territorial de pontos de prostituição em Blumenau. A mandante, também travesti de 29 anos, foi presa na casa onde mora no bairro Ribeirão Fresco no dia 2 de setembro.
Segundo a Polícia Civil, a travesti contratou um homem de 31 anos para fazer a execução. O autor dos disparos ainda não foi encontrado pelos policiais e segue foragido.Acidente entre carro e caminhão deixa motorista ferido no Alto Vale
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