
A Serra Catarinense já dá início à temporada de pinhão de 2026. A colheita foi liberada nesta quarta-feira (1º), seguindo a lei estadual 15.457, de 2011, e deve movimentar a economia local nos meses mais frios.
Segundo a Epagri, a produção deste ano deve alcançar cerca de 3,7 mil toneladas, uma redução de 32% em relação às 5,4 mil toneladas de 2025, quando o setor gerou R$ 32 milhões. Com a menor oferta, a expectativa é que o preço ao produtor se mantenha estável ou até suba, acima da média de R$ 6,44 por quilo do ano passado.
Entre as 34 mil famílias rurais da região, cerca de 10 mil dependem do pinhão como fonte de renda. Durante a safra, essas pessoas dedicam-se a escalar araucárias para colher as pinhas, garantindo recursos para os próximos meses.
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O município de Painel se destaca na produção estadual, com previsão de 1,2 mil toneladas, representando quase um terço da safra da Serra. Lá, cerca de 80% das famílias rurais participam de alguma forma da cadeia produtiva do pinhão, o que rendeu à cidade o título oficial de Capital Catarinense do Pinhão, reconhecido em 2023, e agora em disputa pelo título nacional.
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