A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC), ligada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgou nesta semana o novo Informe Epidemiológico com dados atualizados até 7 de abril. O relatório mostra crescimento no número de casos de dengue e chikungunya no estado, além da confirmação de quatro mortes por cada uma das doenças, totalizando oito óbitos neste ano.
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Desde o início do ano, foram registrados 43.966 casos de dengue no estado. Desse total, 12.796 são considerados casos prováveis. Até o momento, quatro mortes foram confirmadas:
Outras sete mortes estão em investigação pelas secretarias municipais com apoio da SES.
Ainda segundo a Dive, 29.085 focos do mosquito Aedes aegypti foram identificados em 249 municípios catarinenses. Do total de 295 cidades, 178 são consideradas infestadas.
A chikungunya também preocupa as autoridades de saúde. Foram 1.114 notificações da doença, sendo 576 casos prováveis e 426 confirmados. Em comparação com o mesmo período de 2024, quando houve 62 casos prováveis, houve um aumento de 829%.
Também foram confirmadas quatro mortes por chikungunya em 2025:
Um óbito segue sob investigação.
Com a chegada dos meses de maior volume de chuvas, a SES reforça o alerta para a prevenção da proliferação do mosquito transmissor. O cenário se torna mais favorável à reprodução do Aedes aegypti, responsável por transmitir dengue, chikungunya e Zika.
O Informe Epidemiológico é divulgado quinzenalmente e traz um panorama detalhado das arboviroses no estado.
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