
A Polícia Militar de Santa Catarina, pioneira no uso de câmeras corporais no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (16) o fim do projeto. A decisão, tomada após recomendação do Estado-Maior da PMSC, se deve a problemas técnicos nos equipamentos, falta de recursos financeiros e a necessidade de buscar soluções tecnológicas mais modernas.
Implementado em 2019, o projeto contava com a participação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que destinou mais de R$ 6 milhões para a compra de 2 mil câmeras. No entanto, problemas como instabilidade no acionamento, pouco armazenamento disponível e falta de manutenção adequada levaram ao encerramento do programa.
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A empresa responsável pela manutenção dos equipamentos informou que a decisão de não renovar o contrato partiu da Polícia Militar. A corporação, por sua vez, justifica a medida pela necessidade de buscar uma solução tecnológica mais atualizada e que possa garantir a eficiência do registro de imagens das ocorrências policiais.
O comandante-geral da PMSC, coronel Aurélio José Pelozato da Rosa, afirmou que a decisão foi tomada após uma análise criteriosa dos dados coletados desde 2022. "Os aparelhos e o software utilizados pelas atuais câmeras não atendem mais à realidade da PMSC", disse o coronel.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina, por sua vez, informou que o projeto não é de sua responsabilidade e que se limitou a transferir os recursos para a Polícia Militar.
A Polícia Militar de Santa Catarina informou que irá iniciar um estudo para buscar novas soluções tecnológicas mais adequadas às suas necessidades. A corporação também irá buscar novas fontes de financiamento para implementar o novo sistema.
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