
O presidente eleito Lula (PT) já anunciou, até nesta sexta-feira, dia 23, o nome de 21 ministros que vão fazer parte do governo a partir do ano que vem. Dez deles já estiveram envolvidos em escândalos e foram alvo de inquéritos judiciais.
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Um deles é o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em 2019, ele foi condenado por Caixa Dois na campanha de 2012, quando se elegeu prefeito de São Paulo.
Flávio Dino, da Justiça e Segurança Pública, foi alvo de inquérito da Procuradoria Geral da República por suspeita de ilegalidades em um contrato de fornecimento de combustível para o helicóptero da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Em 2020, a investigação foi arquivada pelo Superior Tribunal de Justiça.
Wellington Dias, da pasta de Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome, foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2020 que investigou os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações na Secretaria da Educação do Piauí, estado do qual foi governador.
Além deles, Camilo Santana, da Educação, Márcio França, do Ministério de Portos e Aeroporotos, Luiz Marinho, Trabalho e Emprego, Luciana Santos, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jorge Messias, Advocacia-Geral da União, Alexandre Padilha, Secretaria de Relações Institucionais e o o futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, também fora alvo de investigações.
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