
Argentina e França se enfrentam neste domingo (18), às 12 horas (horário de Brasília), em Lusail. A expectativa em volta da final dará a consagração para Lionel Messi ou Kylian Mbappé. O gênio sul-americano busca seu primeiro título mundial, enquanto craque europeu tenta bater ainda mais marcas históricas.
Até aqui foram 63 partidas, 29 dias, e agora a única resposta que todos esperam é saber quem ficará com o tricampeonato e qual grande jogador de futebol acrescentará mais um capítulo em sua já gloriosa história. São dois camisas 10, dois grandes nomes da atualidade.
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Argentinos foram campeões lá atrás (1978 e 1986), os Bleus têm conquistas mais recentes (1998 e 2018). Por isso, o duelo no estádio com capacidade para 89 mil pessoas, construído especialmente para o Catar 2022, vale o tricampeonato das seleções.
O argentino mostrou a sua versão mais destruidora de recordes (maior artilheiro da seleção em Mundiais e jogador com mais partidas no torneio) e carregou o time nas costas; já o francês disse que estava ali para ser campeão e pouco se importava com as premiações individuais (na Rússia 2018, foi eleito o melhor jogador jovem da competição).
Os números ajudam a quantificar as performances de cada um. O gênio e o craque chegam à final com cinco gols marcados cada e, como se já houvesse pouca disputa, estão também na briga pela artilharia. Coadjuvantes, os centroavantes, ambos camisas 9, Julián Álvarez e Olivier Giroud têm um gol a menos.
A história de Messi com a Copa do Mundo parece estar inacabada. E não passará deste domingo, já que confirmou após a semifinal que o próximo será o seu último jogo no torneio dos grandes. O argentino, hoje com 35 anos, estreou na competição há 16 anos, e teve no Brasil 2014 a chance de entrar de vez para a galeria dos campeões. Naquela oportunidade, em uma noite que deu tudo errado para a equipe no Maracanã, a Alemanha ficou com o título. Messi ainda aguardou um mais, tanto que só conseguiu um troféu para o seu país na Copa América de 2021, em uma vitória sobre o Brasil, rompendo um jejum de 28 anos sem títulos.
Mbappé já nasceu para a Copa como um verdadeiro craque. O francês, capaz de correr a 35 km/h sem que a bola escape dos seus pés, assombrou o planeta com essa velocidade e capacidade de fazer gols já no último Mundial. Tanto que um a um foi derrubando os adversários até colocar a segunda estrela no uniforme azul. A terceira estrela confirmaria a hegemonia de um jogador que fará 24 anos daqui a dois dias e ainda tem muita história para contar — apenas Pelé, com 22 anos, foi bicampeão mundial.
Histórias tantas que serão decididas em 90 minutos de futebol, talvez mais meia hora de prorrogação e quem sabe até disputa de pênaltis. Quando a bola parar de rolar, só uma seleção será campeã mundial e só um grande jogador será coroado.
Com informações de esportes.r7.com
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