
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instituiu, no final da tarde desta segunda-feira (2), um grupo de trabalho técnico para reforçar as investigações sobre a morte e maus-tratos dos cães Orelha e Caramelo, na Praia Brava, em Florianópolis. A medida marca o início de uma análise minuciosa de um vasto conjunto de provas coletadas na última semana.
Segundo a Procuradoria-Geral de Justiça, o volume de material a ser examinado é expressivo. As equipes terão que realizar uma varredura detalhada em mais de mil horas de vídeos, além de analisar dados extraídos de celulares apreendidos e outros elementos probatórios. O trabalho será feito "quadro a quadro" para garantir que nenhum detalhe seja ignorado.
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Ao todo, o caso soma 50 novas diligências. O Ministério Público requisitou 35 procedimentos à Polícia Civil, entre eles a exumação do corpo do cão Orelha. A Polícia Civil encaminhou outras 15 diligências complementares para auxiliar no inquérito.
As investigações são conduzidas pela 10ª e pela 2ª Promotorias de Justiça da Capital e correm sob sigilo. O grupo técnico tem um prazo de 30 dias para concluir esta etapa.
O objetivo da força-tarefa é garantir a elucidação completa dos fatos com rigor científico, assegurando que o processo legal seja respeitado e que os responsáveis sejam devidamente identificados com base em provas técnicas inquestionáveis.
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