
O Procon de Balneário Camboriú, no Litoral Norte, divulgou, a pesquisa mensal da cesta básica referente a fevereiro de 2026. O levantamento, realizado em sete grandes supermercados da cidade, revela que o consumidor que não pesquisar pode pagar caro: a diferença entre a soma dos itens mais baratos (R$ 213,27) e a dos mais caros (R$ 425,04) chega a quase 100%.
Ao todo, foram analisados 34 itens essenciais. A maior variação encontrada foi na farinha de mandioca, com uma diferença de 463% entre os estabelecimentos, o quilo do produto foi encontrado por valores que variam de R$ 3,39 a R$ 19,09.
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Na comparação com janeiro, os grupos de produtos apresentaram comportamentos distintos:
Alimentação: Alta média de 2,50%.
Higiene Pessoal: Alta média de 2,14%.
Limpeza: Queda média de 8,52%.
O grande vilão do mês no setor de alimentos foi a batata lavada, que teve um salto de 204% no preço médio em apenas 30 dias, passando de R$ 4,32 para R$ 13,15 o quilo.
Além da farinha de mandioca, outros itens apresentaram distorções acentuadas de preços entre um mercado e outro:
Macarrão: Variação de 429% (de R$ 1,89 a R$ 9,99).
Sabão em barra: Variação de 388% (de R$ 3,99 a R$ 19,49).
Farinha de milho: Variação de 281% (de R$ 2,59 a R$ 9,89).
Nas carnes, o acém bovino foi registrado com preços entre R$ 34,90 e R$ 43,89, enquanto o frango inteiro variou de R$ 9,98 a R$ 18,99 o quilo.
Em relação a fevereiro do ano passado, o custo da cesta básica com os menores preços manteve-se praticamente estável, com uma variação de menos de um real. No entanto, a cesta com os produtos mais caros subiu de R$ 387,12 para R$ 425,04. O item que mais encareceu nos últimos 12 meses foi o sabão em barra, com aumento de 206% no preço médio.
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