
Uma das comidas típicas mais tradicionais da Fenarreco, em Brusque, no Vale do Itajaí, é o marreco recheado, prato que se tornou símbolo da cidade e marca registrada da culinária germânica da região. Em 2025, a festa chega à 38ª edição e acontece entre os dias 9 e 19 de outubro, reunindo milhares de visitantes para celebrar gastronomia, cultura e música.
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Por trás do prato que dá sabor à festa, há uma história de tradição e trabalho familiar. Em todo o estado, apenas dois produtores fornecem o marreco servido nos restaurantes e na própria Fenarreco. Um deles é a empresa da família Vailati, localizada na comunidade de Cedro Alto, em Brusque.
A criação das aves começou em 1993, com o apoio da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Ao longo dos anos, o negócio se consolidou como um dos principais fornecedores da região.
Com 25 colaboradores, a empresa mantém uma estrutura completa de criação e abate. As aves chegam com um dia de vida e são abatidas aos 56 dias, quando atingem em média 4,5 quilos. O marreco é comercializado inteiro ou em cortes, com ou sem recheio e o recheio tradicional segue a receita da nona da família.
A sustentabilidade também faz parte da rotina da granja. As fezes misturadas ao cepilho são reaproveitadas como adubo orgânico, e as penas são vendidas para uma fábrica de travesseiros em São Paulo.
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