
Com a chegada do mês de julho, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para importância do diagnóstico precoce e tratamento adequado das hepatites virais B e C, consideradas Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
A campanha Julho Amarelo pretende promover a vigilância, prevenção e controle dessas doenças silenciosas que, se não tratadas a tempo, podem resultar em sérios danos à saúde, como cirrose, câncer hepático e até mesmo morte.
Os sintomas dessas hepatites podem incluir cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, e icterícia (pele e olhos amarelados), embora essa manifestação seja pouco frequente.
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Além da testagem, há outras medidas de prevenção para essas infecções. Para a hepatite B, a vacina está disponível gratuitamente na rede pública de saúde. A primeira dose deve ser administrada logo após o nascimento do bebê, seguida pelas doses restantes (vacina pentavalente) aos 2, 4 e 6 meses de idade. Pessoas que não foram vacinadas nesta faixa etária podem receber a vacina em qualquer momento da vida, seguindo um esquema de três doses.
No caso da hepatite C, não há vacina disponível para prevenção da infecção. É fundamental evitar compartilhar objetos que possam ter entrado em contato com sangue, como seringas, agulhas, alicates, escovas de dentes, entre outros itens pessoais. Além disso, o uso de preservativos em todas as relações sexuais é essencial como medida preventiva.
Em Santa Catarina, os casos de hepatites virais são mais comuns em homens com idades entre 30 e 59 anos. A Hepatite B afeta principalmente pessoas de 30 a 49 anos, enquanto a Hepatite C é mais prevalente na faixa etária de 40 a 59 anos.
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