
Foi preso na tarde desta quarta-feira (2), o homem suspeito de ter matado Leticia Francine Neves, de 22 anos, em Gaspar, no Vale do Itajaí. O suspeito, de 29 anos, era companheiro da vítima e foi preso na cidade de Apucarana, no Paraná.
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A jovem foi encontrada sem vida em casa, por uma irmã, no último sábado (29) à noite. Junto dela estava uma filha de 4 meses, além de uma criança de cerca de 1 ano e outra de 3 anos. Conforme o laudo de necropsia, a causa da morte de Leticia foi asfixia por esganadura.
Após o crime, a Polícia Civil de Gaspar iniciou uma série de diligências a fim de identificar a autoria do crime, motivação e circunstâncias. Conforme o delegado do município, Diogo Medeiros, a partir disso, houve indicação de que autor poderia estar escondido no Paraná. "Imediatamente nós acionamos a delegacia de homicídio de Apucarana, que conseguiu prender esse indivíduo em razão de uma decisão judicial Comarca de Gaspar", informou o delegado.
Ele ainda destacou que o homem segue preso preventivamente. "A partir de agora ele vai dar entrada no presídio lá e a partir daí ele vai ser trasladado para para Santa Catarina, nós vamos fazer o interrogatório assim que possível, terminar as diligências entre oitivas e e perícias ainda pendentes e concluir o inquérito, encaminhando ao Ministério Público para as medidas que entender cabíveis, provavelmente a denúncia", explicou Medeiros.
A Polícia Civil informou que ainda não há data para a transferência do suspeito para Santa Catarina.
Relembre o caso
A Polícia Militar atendeu a ocorrência no bairro Bateias, em Gaspar, no Vale do Itajaí. No local foi confirmada a morte de uma mulher, de 22 anos, que foi asfixiada pelo companheiro, de 29. A vítima foi encontrada pala irmã já sem vida dentro da casa do casal.
Segundos os moradores, o suspeito matou a jovem pela manhã e deixou o corpo dela na cama. Eles tinham três filhos, sendo que dois foram encontrados em casa quando a polícia chegou ao local.
O agressor fugiu do local e ainda não foi encontrado. Segundo informações da polícia, ele já possuía passagens por roubo e violência doméstica.
Além da PM, foi acionado também a Polícia Civil, Instituto Geral de Perícias (IGP) e Instituto Médico Legal (IML).
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