
Após a decisão do Governo Federal de interromper a continuidade do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) no próximo ano, o Governo de Santa Catarina anunciou que irá manter as atividades das escolas nesse modelo no Estado. Atualmente, a Secretaria de Estado da Educação (SED) estuda a continuidade do programa com recursos próprios, inclusive com mudança de nomenclatura.
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A rede estadual de Santa Catarina tem hoje nove escolas ligadas ao Pecim localizadas em diversas regiões do Estado e que atendem mais de cinco mil alunos. Em Blumenau, por exemplo, a EEB Cel Pedro Christiano Feddersen, fundada em 2021, atende 483 estudantes. As mudanças estão previstas para o próximo ano e o funcionamento das unidades não terá mudanças até o final do ano letivo.
O governador Jorginho Mello afirmou que as escolas continuam e que o governo estuda melhorias. "Nós sabemos do desejo das famílias catarinenses e dos estudantes em continuarem com esse modelo por conta da qualidade da educação aliada à disciplina. Por isso, vamos continuar com nossas escolas nesse modelo e estamos estudando diversas melhorias", disse.
Escolas Cívico-Militares
Diferente dos Colégios Militares, que são totalmente administradas pelo Exército, no modelo Cívico-Militar há profissionais de educação e de segurança. Os profissionais da segurança fornecem suporte nas ações de combate à evasão escolar, no projeto valores, nas questões administrativas da escola. Os militares também atuam no apoio à gestão escolar e à gestão educacional, enquanto professores e demais profissionais da educação são responsáveis pelo trabalho pedagógico.
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