
A cidade de Balneário Camboriú, no litoral catarinense, está proibido de usar a Guarda Municipal Armada para realização de abordagens sociais às pessoas em situação de rua e de forçá-las à ir para a Clínica Social ou para outra cidade. A determinação vem de uma liminar obtida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A decisão é passível de recurso.
A ação foi ajuizada após a apuração de notícias dando conta da condução forçada de pessoa em situação de rua para outra cidade e da abordagem de pessoas em situação de rua pela Guarda Municipal Armada e condução à força - inclusive com uso de algemas - para acolhimento e avaliação no período noturno/madrugada na chamada "Clínica Social".
• Clique aqui e faça parte do nosso grupo de notícias no WhatsApp
De acordo com o Promotor de Justiça Alvaro Pereira Oliveira Melo, foi verificado que a política de contenção forçada de pessoas em situação de vulnerabilidade extrapola o que prescreve a Lei e a Constituição da República. "Os usuários são conduzidos coercitivamente permanecendo presos, durante a madrugada, sob a custódia armada de agentes públicos, na nítida tentativa de promoção de uma espécie de limpeza social", avalia.
MEC prorroga consulta pública sobre reforma do ensino médio
Município tem vagas abertas para quem quer trabalhar como cozinheiro em escolas e creches de Gaspar
Mín. 16° Máx. 24°