
Santa Catarina registra aumento na infestação do mosquito Aedes aegypti, com mais de 30 mil focos identificados em 224 municípios, sendo 144 considerados infestados pelo mosquito. O cenário eleva o risco de transmissão de doenças como dengue, chikungunya e Zika no estado. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC) emitiu uma nota de alerta aos municípios devido ao aumento no número de casos autóctones de chikungunya em Santa Catarina.
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Até o momento, foram notificados 299 casos suspeitos de chikungunya no estado, sendo 18 confirmados, quatro deles autóctones. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 200% nos casos confirmados da doença. A chikungunya é uma doença causada por um vírus também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. A doença pode se manifestar clinicamente de três formas: aguda, subaguda e crônica, sendo que os sintomas costumam persistir por sete a 10 dias na forma aguda e durar semanas a meses nas demais formas.
Além do aumento nos casos de chikungunya, Santa Catarina também segue registrando alta nos casos de dengue, com 15.604 casos confirmados até o momento, sendo a maioria autóctone, e 14 mortes pela doença já confirmados. Ainda não há registro de casos de Zika vírus no estado.
É importante também que a população faça sua parte, eliminando possíveis criadouros do mosquito em suas residências, para evitar a proliferação do Aedes aegypti e a disseminação dessas doenças.
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