
Depois de cidades como Blumenau, Indaial e Gaspar, no Vale do Itajaí, anunciarem medidas de segurança para escolas e creches municipais, o Governo de Santa Catarina divulgou nesta segunda-feira (10), as medidas para a proteção na rede estadual de ensino. As propostas foram apresentadas durante o balanço da gestão dos primeiros 100 dias.
Segundo o governador Jorginho Mello (PL), ronda policial escolar, segurança armada, treinamento de professores, com o uso de spray de pimenta, Centro de Operações Integradas e um Comitê Permanente para acompanhar as medidas, estão no pacote das ações que serão desenvolvidas nas escolas estaduais.
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O governador afirmou que fará o chamamento de policiais militares, civis e bombeiros aposentados. "Ao todo são 1053 escolas, sendo que cada uma vai receber um profissional armado. Isso vai custar ao Estado R$ 70 milhões por ano, mas teremos profissionais com experiência e credibilidade cuidando das crianças, jovens e profissionais da educação".
O Centro de Operações Integradas contará com todas as forças de segurança do Estado. Ela envolve a Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Polícia Científica, além da secretaria de Saúde, Social e Educação. "O principal objetivo é acompanhar qualquer coisa fora da curva e que traga insegurança no ambiente escolar. Assim poderemos trabalhar preventivamente", afirma Jorginho.
Ainda, segundo o governador, a criação de um Comitê Permanente será para acompanhar as ações propostas pelo Governo. "Queremos implementar todas as ações que definimos em reunião no domingo (9). Devemos levar ainda uns 60 dias para organizar junto dos deputados estaduais a autorização para essa contratação. O Comitê é para ajudar a cobrar e não deixar cair nenhuma das ideias no esquecimento".
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