
Durante a coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira (5), na Prefeitura de Blumenau, o delegado geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, afirma que o atentado à creche Cantinho Bom Pastor, localizada no bairro da Velha, foi um caso isolado.
"A situação é do caso é pontual. A entrevista prévia feita pelos profissionais que estão acompanhando o crime com o suspeito indica que não há relação com outras práticas criminosas e não é um fato coordenado por um jogo, rede social ou conversas e negociações entre criminosos. É importante que as notícias infundadas não sejam divulgadas no Estado para não causar um sentimento de pânico", comenta.
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Segundo o prefeito Mário Hildebrandt nesta quinta-feira (6) será feita uma reunião com todos os diretores das creches, escolas municipais e estaduais das unidades públicas e privadas da cidade. A agenda será feita com a Secretaria de Educação do Estado. "Vamos direcionar algumas estratégias sobre a volta das aulas após o atentado".
O Tenente-coronel do 10º Batalhão da Polícia Militar, Márcio Alberto Filippi, afirma que a instituição está buscando reforços para garantir a segurança na retomada das aulas na próxima semana. "Nossas guarnições estão empenhadas desde o primeiro momento da ocorrência. Teremos reforços no que tange ao policiamento", afirma.
O assassino é natural do Paraná e já tinha passagem pela polícia por briga em casa noturna, posse de droga, dano ao patrimônio, além de ter esfaqueado o padrasto e um cachorro em 2022.
O autor do crime, identificado como Luiz Henrique de Lima, de 25 anos, teria pulado o muro da escola e, com uso de um machado, matou quatro crianças e feriu outras cinco, que foram encaminhadas aos hospitais da cidade, Santa Isabel e Santo Antônio.
Ataque à creche em Blumenau: Quatro crianças seguem no hospital e uma já recebeu alta
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