
Uma mulher foi condenada a 9 anos e 10 meses de prisão por colocar fogo em uma igreja e perseguir um padre em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina. Conforme denúncia, os crimes aconteceram entre 2018 e 2022. A defesa da acusada alegou que ela estava em surto psicótico, mas os exames de sanidade mental não apontaram tal situação.
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De acordo com as investigações, os crimes começaram em 2018, quando a mulher passou a mandar cartas e presentes ao padre. Sem conseguir respostas dele, ela começou a frequentar mais as missas e, em seguida, a ameaçar o padre e os familiares dele nas redes sociais, chegando a usar imagens da família dele.
A perseguição chegou ao auge em maio de 2022, quando ela usou substâncias inflamáveis para colocar fogo no depósito de gás do salão paroquial da igreja matriz da cidade.
Embora a defesa sustente que a ré estava em surto psicótico, em posição de inimputabilidade, os exames de sanidade mental realizados na acusada atestaram que ela "apresentava à época dos fatos capacidade de entendimento dos seus atos e capacidade de se determinar de acordo com esse entendimento".
Presa preventivamente desde maio de 2022, ela não poderá recorrer em liberdade. A decisão é passível de recurso.
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