
A Secretaria de Saúde de Florianópolis confirmou que a cidade passa por uma epidemia de diarreia. Os sintomas incluem também dores abdominais e vômitos.
A classificação foi definida após os registros nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) superarem a média de notificações comum ao período, entre os anos de 2014 a 2019, segundo a Vigilância Epidemiológica da cidade.
Do total, 478 quadros de diarreia foram identificados na UPA Norte e 100 na UPA Sul. “Quando o aumento é generalizado, e acima do esperado para o ano, consideramos epidemia”, explica Ana Cristina Vidor, gerente de Vigilância Epidemiológica.
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Nos cincos anos analisados, a Prefeitura de Florianópolis identificou uma média de 490 casos de diarreia entre 1º e 6 de janeiro. Em 2023, são quase 100 notificações a mais. O número deve ser ainda maior, uma vez que não são todas as pessoas que procuram as UPAs.
As causas da epidemia são investigadas. Uma das hipóteses em apuração é se o caso está relacionado aos locais impróprios para banho em algumas praias, especialmente no Norte da Ilha.
O relatório do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) apontou que praias famosas como Jurerê, Canasvieiras e Ingleses estão com a maioria dos pontos impróprios para banho. A atualização do IMA é do dia 02 de janeiro.
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