
Já empossado, o novo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou uma medida para que a isenção do imposto sobre os combustíveis no país dure mais 60 dias.
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A medida adotada em 2022 pelo ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL) venceu no dia 31 de dezembro, véspera da posse presidencial de Lula. Pesou na avaliação do novo governo o desgaste político que seria gerado, já nos primeiros dias, com o impacto da alta dos combustíveis nas bombas.
O preço da gasolina poderia subir R$ 0,69 a partir de 1º de janeiro de 2023; o do diesel, R$ 0,33; e o do etanol, R$ 0,26, com o fim da desoneração federal.
Apesar da decisão de Lula, o início de 2023 está sendo marcado mesmo assim por um cenário de alta nos preços dos combustíveis, por causa da recomposição do ICMS (imposto estadual que é a principal fonte de arrecadação dos governadores e que teve a sua alíquota limitada após articulação do governo Bolsonaro, a poucos meses da eleição)
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