
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, nesta terça-feira (13), um projeto para realização de testes de integridade das urnas eletrônicas com a biometria de eleitores durante as eleições de outubro.

A medida foi uma sugestão apresentada pelas Forças Armadas para aumentar a segurança do sistema de votação.
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De acordo com a resolução aprovada durante sessão do TSE, o teste será feito em urnas eletrônicas sorteadas e contará com a participação voluntária de eleitores que estiverem nas seções eleitorais no dia da votação.
Além dos testes com biometria, a Justiça Eleitoral vai manter os tradicionais testes de integridade, nos quais servidores da Justiça Eleitoral e voluntários votam nas urnas que fazem parte da auditoria para comparação dos resultados com o boletim de urna impresso.
Segundo o TSE, cerca de 640 urnas vão passar pelos testes de integridade. Nas eleições de 2018, foram 100 aparelhos.
Os resultados terão ampla publicidade e vão ser realizados pelos tribunais regionais eleitorais.
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