
A rotina de monitoramento e emissão de alertas da Defesa Civil do Governo de Santa Catarina é baseada em uma estrutura tecnológica e operacional que funciona de forma ininterrupta. No Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD), em Florianópolis, equipes especializadas acompanham em tempo real as condições meteorológicas e os riscos em todas as regiões do estado.
Um dos pilares desse trabalho é a coleta de dados. Santa Catarina conta com uma rede de 172 estações hidrometeorológicas. Esses equipamentos monitoram variáveis como volume de chuva, vento e temperatura, enviando atualizações frequentes para a central.
Nos rios, estações hidrológicas acompanham o nível da água com envio de dados a cada 15 segundos, permitindo identificar rapidamente situações de risco, como elevação repentina ou possibilidade de transbordamento.
Além do monitoramento, o mapeamento de áreas vulneráveis é fundamental para a prevenção. A Defesa Civil do Governo de Santa Catarina utiliza o Mapa de Suscetibilidade, que identifica regiões com maior risco de deslizamentos e inundações, e o Mapa de Aptidão à Urbanização, que orienta o crescimento das cidades em locais mais seguros. A meta é que todos os municípios catarinenses contem com esse tipo de estudo até 2027.
Outro ponto essencial é a comunicação com a população. Para garantir que os alertas cheguem de forma eficiente, a Defesa Civil do Governo de Santa Catarina disponibiliza diferentes canais:
Além da tecnologia, o trabalho inclui ações de prevenção e capacitação. A Diretoria de Gestão de Riscos e Adaptação Climática atua no apoio aos municípios, enquanto programas como o Defesa Civil nas Escolas ajudam a preparar a população desde cedo para situações de emergência.
Esse conjunto de ações, que vai do monitoramento em tempo real ao alerta direto no celular, reforça o papel da Defesa Civil do Governo de Santa Catarina na prevenção de desastres e na proteção da vida.
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